Tinha medo de precisar encarar o resto do mundo mais uma vez, medo de cometer novos erros , sentia-se bem apenas ali, sem ninguém, apenas com aquele coração machucado em suas mãos, e mesmo assim ousando deixá-lo flutuar e sonhar coma lgo melhor pra si e pra todos que a cercavam, deixava que seus olhos se perdessem no infinito, enquanto seu olhar banhava-se e deitava por sobre as águas daquele rio...
pensava em tudo que havia dito e feito, nos olhares que já resgatou, nas palavras que já proferio, nas mãos que segurou, nos beijos que já sentiu, pensava em si, e em outros, pensava naquele alguem que não sabia onde estava naquele momento, que não poderia mais procurar, aquele alguém doce que um dia chamou e perguntou seu nome, mas em quem não deveria mais pensar, naquele problema que causou, nos conflitos que gerou, pensou em tudo e ao mesmo tempo não quis pensar em nada, porque doia, porque feria, porque a fazia mau, ali, naquele único lugar onde se sentiu bem.
E continuou sosinha, ela e seu coração flutuante, seus olhos que deixara de procurar as águas, e as águas que escorreram de seus olhos, na esperança dessas águas limparem aquele interior cansado.
Own miinha xará, parece que esse post. foi feito pra mim. tá mto lindo seu blog, visita o meu aí tá, bjo.
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